A presença comum de representantes da CIA e da Fiesp nos
centros de tortura durante a última ditadura civil-militar é o destaque da
edição impressa do Brasil de Fato desta semana. Investigação da Comissão da
Verdade paulista mostra que dois nomes eram frequentes nos livros de registro
de entrada e saída do Dops: "Dr. Geraldo Rezende de Matos", que se
apresentava no formulário como da Fiesp, e "Dr. Halliwell", que
assinava como do Consulado Americano. A perseguição de agricultores no Paraná
também é assunto de reportagem especial, que revela que assim como os crimes
cometidos durante a ditadura, esses também continuam impunes. Já reportagem do
Rio de Janeiro mostra como representantes da Aldeia Maracanã, Vila Autódromo e
Morros da Previdência e Manguinhos estão resistindo aos projetos nada populares
dos megaeventos. (Do Perfil Brasil de Fato).

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