Estamos sedentos de vida. E corremos para ocupar esse vazio que se enxerga, na medida que as luzes se acendem entre as trevas que nos cercavam. A questão é que há uma distância, que é curta, entre o que enxergamos e o que podemos. E atropelos e perda de detalhes negam precisamente o que se busca. Muita gente esquece disso: sonhar fazendo, esse é o desafio que se impõe a cada dia.

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