A reportagem da Folha online na ocasião, no entanto, não menciona essa informação.
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Mais uma edição da série desse belo trabalho do repórter Luiz Carlos Azenha, revelando as riquezas do Pará.
"Enquanto Raimunda resistir, com ela sobrevive a antiga traudição do Pará."
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A experiência do Chile deve ser concebida como pedagógica para a América Latina. A memória é, de fato, um instrumento poderoso. Mais do que um meio de evitar que se repitam erros do passado, ela se constitui o principal patrimônio cultural de um País para o cultivo da consciência social ativa sobre a importância de lutar pela defesa de direitos e conquistas por uma sociedade mais justa.
"Em entrevista à Carta Maior, o documentarista chileno Patrício Guzmán fala sobre o golpe contra Allende e a ditadura de Pinochet. E faz uma apaixonada defesa da memória: "Os países que praticam a memória são mais vívidos, mais criativos, fazem melhores negócios, melhor turismo, são mais distintos. Os países sem memória são anêmicos, não se movem, são conformistas, e caem numa espécie de cultura de sofá, gente que está sentada no sofá assistindo a televisão… E não se movem. Acredito que a memória é um conceito tão importante quanto a circulação do sangue"." Veja a transcrição, na íntegra, em Carta Maior.
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